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Existem pessoas teimosas nesse mundo, insistentes, persistentes, às vezes chatas, perdidas, ciumentas e confusas: eu sou uma delas. Sabe quando você vê que precisa se despreender de um sentimento, e tem vontade de sair por aí desabafando com qualquer um que você vê pela frente? Então, não faça isso não, cadastre-se no Blogger e extravasa ;)
Pois então, hoje é um dia desses, um post que talvez seja um dos maiores da história desse blog e que com certeza, pouca gente vai ler até o final, eu conto nos meus dedos, em números exatos, quantas serão as pessoas que irão ler isso até o final e pouco me importo se ninguém der a mínima atenção pra isso, mas como dito acima: é apenas uma necessidade de se despreender de um sentimento, acho que isso é importante pra mim.
Tudo se resume em Jason Mraz: How she easily come, how she easy go!
Acho que tem muita coisa estranha acontecendo comigo ultimamente, uma miscelânia de sentimentos e de estados, isso não é bom. Estou em busca do meu equilíbrio, ese Deus quiser, logo tudo se acerta!
Às vezes é tão difícil se relacionar com as pessoas, por isso que eu insisto em querer saber o que elas pensam, mas na verdade eu nunca soube, nem nunca saberei. Aqueles que convivem comigo, que me conhecem de verdade, sabe que eu sou uma pessoa boa, que zelo pelo bem de quem eu amo, e que eu sou um cara meio "perdido" que acabo deixando as pessoas meio malucas de vez em quando, não é intencional, mas acontece algumas poucas vezes. Tem gente que tem medo dessa minha inconstância, mas eu não tiro a rezão delas, eu também me assusto com isso.
Dizem que muitas vezes você só dá valor quando perde, no meu caso não foi bem assim, não é que eu não dava valor, mas o meu modo de dar valor é estranho assim como eu, rs, mas comigo o que aconteceu foi que a ficha caiu tarde demais.
Eu não sei ao certo se realmente eu cheguei a significar alguma coisa na sua vida, eu não sei se eu realmente te fiz mau algumas vezes, não sei se é verdade e se for nem sei porquê um dia você chorou por mim, não sei se é verdade o que as pessoas diziam e eu recusava a acreditar, assim como ainda não acredito que seja pra tanto assim, não sei o que você sentiu ou se sentiu alguma coisa por mim, nem ao mesmo se eu fui um erro, ou um acaso, bom, ruim, ou indiferente talvez, mas acho que realmente eu não sei de nada! Agora já é tarde demais pra querer respostas, pra querer saber...
Sei que nas idas e vindas do nosso cotidiano eu não percebia o que acontecia de verdade, nem comigo, muito menos com você. O que eu sei é que eu senti alguma coisa muito forte, há uns tempos arás sufocante, mas agora eu venho por meio dessas palavras tortas aliviar isso tudo que ficou anos escondido de mim, e quando descoberto so serviu pra me fazer sofrer... Porque a cada mudança, a cada descoberta, a cada distanciamento, a cada desintendimento a oportunidade de estar com você e te dizer tudo isso ia se tornando rara e difícil.
Tanta coisa em comum, tanto tudo a ver, tão bom estar com você... Altas horas da noite, sem fazer nada, ou fazendo coisas inúteis que me faziam tão bem. Hoje eu me pergunto, por que eu não tentei fazer com que as coisas dessem certo, e mais uma vez percebo que eu tenho o péssimo defeito de deixar que as oportunidades escaparem enquanto eu passo agosto esperando setembro.
Talvez eu esteja enganado, e mesmo que se alguma coisa acontecesse, talvez não fosse o país das maravilhas como eu imagino que teria sido, mas antes eu tivesse pago pra ver do que estar aqui agora desistindo de você!
Não importa o que aconteça, ou importa? Nem sei... só sei que nada sei!
Quero me desculpar pelas vezes que eu não me fiz presente, aparentemente fazendo um certo descaso da sua companhia (o que não procede), e se, como dizem por aí, eu te fiz sofrer que minha falha seja relevada. Acima de tudo, amigos... No momento, amigo ausente enquanto cicartrizo meus cortes. Mais pra frente, voltar com os projetos se vc ainda nao tiver com outros e estiver afim... Enfim, é mais ou menos isso! Eu nunca vou conseguir expressar em palavras o que eu estou sentindo, mas é por aí.
There's no love for me, no more


Tanta coisa em comum, tanto tudo a ver, tão bom estar com você... Altas horas da noite, sem fazer nada, ou fazendo coisas inúteis que me faziam tão bem. Hoje eu me pergunto, por que eu não tentei fazer com que as coisas dessem certo, e mais uma vez percebo que eu tenho o péssimo defeito de deixar que as oportunidades escaparem enquanto eu passo agosto esperando setembro.
ResponderExcluir[ =~ ]
We love you, yes.
A eu li até o fim.
ResponderExcluirAdoro os seus textos *-*
Consegui te acompanhar viu?! Me acompanha ai também :DD
Beijo :*
tem que comentar?! *-*
ResponderExcluirsó acho que tinha que estar em um livro...
♥ kun! ;)